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Hospital Regional de Osasco é modernizado

O município de Osasco recebeu nesta quinta-feira, 22, mais investimentos na área da saúde. O Hospital Regional da cidade, uma das principais referências de atendimento em alta complexidade nas áreas de neurologia, neurocirurgia e traumatologia da Região Metropolitana de São Paulo, teve a inauguração oficial da primeira etapa da reforma, ampliação e modernização de sua unidade.

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Notícias sobre saúde

Ministério da Saúde lança chamada pública para mapear experiências exitosas para eliminação das hepatites virais no Brasil

17/03/2026 14:49

Iniciativa busca identificar e dar visibilidade a ações bem-sucedidas nas respostas às hepatites virais no país; inscrições seguem até 19 de abril de 2026

O Ministério da Saúde, por meio do Departamento de HIV, Aids, Tuberculose, Hepatites Virais e Infecções Sexualmente Transmissíveis (Dathi), da Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente (SVSA), lançou a Chamada Pública para o mapeamento de Experiências Exitosas para a Eliminação das Hepatites Virais no Brasil até 2030. A iniciativa integra as estratégias do Programa Brasil Saudável – Unir para Cuidar e tem como objetivo reconhecer e disseminar práticas que contribuam para o fortalecimento das políticas públicas e para o alcance das metas nacionais de eliminação das hepatites virais como problema de saúde pública.

A chamada busca identificar, valorizar e dar visibilidade a experiências bem-sucedidas desenvolvidas no território nacional, reconhecendo iniciativas que contribuam para ampliar o acesso à prevenção, ao diagnóstico, ao tratamento, à vigilância e ao cuidado às pessoas com hepatites virais no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS). As experiências selecionadas poderão servir como referência para outros contextos e contribuir para o aprimoramento das estratégias de respostas à doença no país. As inscrições estarão abertas de 17 de março a 19 de abril de 2026, por meio da plataforma: https://edital.aids.gov.br. O resultado das experiências selecionadas está previsto para 12 de maio de 2026.

Podem participar da chamada pública secretarias de saúde, coordenações estaduais e municipais de hepatites virais, serviços de saúde do SUS, organizações da sociedade civil, movimentos sociais, coletivos e instituições de ensino e pesquisa que desenvolvam iniciativas relacionadas à eliminação das hepatites virais.

Serão aceitas experiências implementadas entre janeiro de 2022 e a data de publicação da chamada pública, incluindo aquelas que ainda estejam em execução, desde que apresentem resultados ou evidências de implementação. As iniciativas deverão estar alinhadas às diretrizes do Programa Brasil Saudável – Unir para Cuidar e ao Guia para a Eliminação das Hepatites Virais no Brasil, demonstrando impacto, inovação, sustentabilidade e potencial de replicação em outros territórios.

As experiências inscritas deverão estar vinculadas a uma das linhas temáticas previstas no edital, abrangendo iniciativas voltadas à prevenção e à promoção da saúde, ao diagnóstico e à vinculação ao cuidado e ao tratamento, retenção e adesão. Também poderão ser apresentadas experiências relacionadas à vigilância em saúde, à inovação, pesquisa e articulação intersetorial, à equidade em saúde e direitos humanos, bem como à gestão e planejamento, no contexto das estratégias voltadas à eliminação das hepatites virais no Brasil.

O processo de avaliação será conduzido por um comitê de seleção composto por especialistas do Ministério da Saúde, da academia e da sociedade civil. Os critérios de avaliação das experiências incluem, entre outras: potencial de replicação, grau de inovação, alinhamento com as diretrizes nacionais e relevância para a eliminação das hepatites virais como problema de saúde pública.

Ao final do processo, serão selecionadas até dez experiências, sendo uma de cada região do país e outras cinco com as maiores pontuações no ranking geral. As iniciativas selecionadas receberão certificado de reconhecimento, convite para apresentação em evento promovido pelo Ministério da Saúde e participação como coautoras em publicação institucional organizada pelo Dathi/SVSA/MS, com o objetivo de disseminar boas práticas no enfrentamento das hepatites virais no Brasil.

Para mais informações, dúvidas e acesso ao edital completo, os(as) interessados(as) devem consultar a página oficial do Dathi/SVSA no portal do Ministério da Saúde: www.gov.br/aids, ou entrar em contato pelo e-mail: hv@aids.gov.br.

Fortalecimento da vigilância das infecções sexualmente transmissíveis: Brasil avança com novas estratégias

17/03/2026 14:46

Encontro Nacional impulsiona aprimoramento na vigilância dos casos de corrimento uretral e detecção da resistência do gonococo aos antimicrobianos

Na última semana, ocorreu o Encontro Nacional de Fortalecimento da Vigilância Integrada da Sensibilidade do Gonococo aos antimicrobianos, em Florianopólis/SC. Reunindo cerca de 70 pessoas, o evento marcou o início de um projeto piloto para a implementação de fitas de gradiente de concentração no âmbito do SenGono – Sentinela do Gonococo, que monitora a sensibilidade do gonococo aos antimicrobianos no Brasil há mais de 10 anos. A inclusão desta nova técnica visa fomentar não somente os dados de vigilância, como também contribuir para melhoria do cuidado das pessoas com gonorreia. 

O evento teve como objetivo principal qualificar as equipes dos sítios sentinelas, que são as unidades de saúde responsáveis pela Vigilância Sentinela da Síndrome do Corrimento Uretral. Os sítios sentinela também auxiliam no monitoramento da susceptibilidade de Neisseria gonorrhoeae (NG) aos antimicrobianos, ou seja, como a bactéria reage aos medicamentos para o tratamento da gonorreia. Esse acompanhamento, estabelecido por meio de portaria, é uma estratégia para melhorar  o diagnóstico e  o tratamento, criar novas orientações clínicas e desenvolver ações de saúde pública eficientes no Brasil.

Para Maria Luiza Bazzo, coordenadora do Laboratório de Referência em Infecções Sexualmente Transmissíveis no Brasil, o Laboratório de Biologia Molecular, Microbiologia e Sorologia da Universidade Federal de Santa Catarina (LBMMS/UFSC), o encontro representou um passo importante para o fortalecimento da vigilância da resistência antimicrobiana no país.

“Esse evento é um espaço fundamental para a troca de experiências entre os serviços que integram o SenGono, permitindo alinhar práticas, compartilhar desafios e aprimorar estratégias. Essa integração é essencial para avançarmos na vigilância do corrimento uretral, do monitoramento da resistência do gonococo aos antimicrobianos e fortalecer a capacidade do país de responder de forma rápida e qualificada a esse importante problema de saúde pública”, destacou Maria Luiza Bazzo.

A nova técnica apresentada no evento é uma iniciativa do Ministério da Saúde e do LBMMS/UFSC, no âmbito da estratégia SenGono, e conta com a parceria e apoio do Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC), da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), do Centro Colaborador da Organização Mundial da Saúde (OMS) em Gonorreia e outras IST (Örebro/Suécia). Durante o encontro, a equipe técnica do LBMMS/UFSC também realizou um treinamento prático sobre o protocolo a ser utilizado no projeto piloto.

Segundo a coordenadora-geral de Vigilância das Infecções Sexualmente Transmissíveis do Ministério da Saúde, Pâmela Gaspar, (Cgist/Dathi/SVSA/MS,) o Brasil está comprometido com vigilância da resistência do gonococo aos antimicrobianos. "Com a implementação piloto desta nova metodologia na estratégia SenGono de forma complementar às análises que já são feitas, nossos serviços terão mais autonomia e as pessoas serão melhor assistidas. Com a redução do tempo necessário para determinar o perfil de sensibilidade do gonococo aos antimicrobianos, será possível ajustar os tratamentos, quando for necessário, bem como investigar in loco casos suspeitos de resistência. Isso é muito importante, pois apesar das bactérias Neisseria gonorrhoeae que circulam no Brasil ainda responderem ao tratamento preconizado nas diretrizes nacionais, já há evidências de casos no mundo de resistência do gonococo às terapias disponíveis”, explicou.

O Brasil integra redes internacionais como a Rede Latino-Americana de Resistência aos Antimicrobianos (ReLAVRA), coordenada pela Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), e os programas Gonococcal Antimicrobial Surveillance Program (GASP) e Enhanced Gonococcal Antimicrobial Surveillance Program (EGASP) da OMS, o que reforça seu compromisso com o fortalecimento da vigilância.

Organizado pelo Departamento de HIV, Aids, Tuberculose, Hepatites Virais e Infecções Sexualmente Transmissíveis (Dathi/SVSA/MS) em parceria com o LBMMS/UFSC, o encontro contou com a colaboração de instituições como a Global Antibiotic Research and Development Partnership (GARDP), os CDC do Brasil e dos EUA, e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Representantes da Coordenação Geral de Laboratórios (CGLAB/SVSA/MS), da Opas e do Centro Colaborador da OMS em Gonorreia e outras Infecções Sexualmente Transmissíveis estiveram presentes, juntamente com profissionais clínicos e de laboratório que atuam nos Sítios Sentinelas para Vigilância do Corrimento Uretral no Brasil.

Brasil avança na busca por novas tecnologias para o manejo da gonorreia

17/03/2026 14:43

Workshop reúne especialistas para discutir a possibilidade de implementação de tratamento inovador e fortalecer a vigilância antimicrobiana

Em um esforço contínuo para responder à crescente resistência antimicrobiana, o Brasil sediou o “Workshop sobre estratégias, perspectivas e desafios para os novos tratamentos de IST no Brasil” em Florianópolis/SC, na última semana. O evento reuniu especialistas em infecções sexualmente transmissíveis (IST) e representantes de diversas instituições nacionais e internacionais para debater estratégias, perspectivas e desafios na implementação da Zoliflodacina, um novo medicamento para o tratamento da gonorreia.

O workshop foi realizado pelo Departamento de HIV, Aids, Tuberculose, Hepatites Virais e Infecções Sexualmente Transmissíveis (Dathi/SVSA/MS), em parceria com Global Antibiotic Research and Development Partnership (GARDP) - organização internacional sem fins lucrativos que atua no desenvolvimento clínico da Zoliflodacina, considerado uma das principais inovações terapêuticas em estudo para a doença. Além disso, o Workshop também contou com a organização e parceria do Laboratório de Biologia Molecular, Microbiologia e Sorologia da UFSC (LBMMS/UFSC), o Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC Brasil e EUA), a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), o Centro Colaborador da OMS em Gonorreia e outras IST.

A discussão de novas estratégias terapêuticas ocorre em um contexto de alerta global da Organização Mundial da Saúde (OMS), que tem destacado a gonorreia resistente como uma ameaça à saúde pública. A bactéria causadora da doença, Neisseria gonorrhoeae (NG), integra a lista de patógenos prioritários da OMS para pesquisa e desenvolvimento de novos antibióticos, o que reforça a relevância de ampliar os esforços internacionais na busca por novas opções terapêuticas. Nesse cenário, iniciativas como a da GARDP têm papel estratégico ao promover o desenvolvimento de novos tratamentos voltados para infecções bacterianas prioritárias e acelerar o acesso global a essas tecnologias.

 

Desta forma, o workshop teve como objetivo principal aprofundar a discussão sobre a viabilidade de implantação e os critérios de uso da Zoliflodacina para tratamento da gonorreia no Brasil. Em âmbito internacional, este fármaco foi aprovado pelo FDA (U.S. Food and Drug Administration) em dezembro de 2025. Durante o encontro, que contou com cerca de 60 participantes, foram abordados o cenário mundial e brasileiro da resistência da NG aos medicamentos antimicrobianos; os resultados atualizados dos ensaios clínicos com Zoliflodacina; e os mecanismos de incorporação de novas tecnologias no Sistema Único de Saúde (SUS).

A coordenadora-geral de Vigilância das ISTs do Ministério da Saúde (Cgist/MS), Pâmela Gaspar, explica que a busca por novos tratamentos é constante, por causa da capacidade da bactéria de desenvolver resistência aos medicamentos existentes. "A discussão sobre a Zoliflodacina é fundamental para garantir que as pessoas tenham acesso a opções eficazes de tratamento. Nosso foco é fortalecer a resposta do SUS à resistência antimicrobiana e assegurar que as políticas públicas de saúde acompanhem as inovações científicas, sempre priorizando o cuidado integral e o bem-estar da população”, explicou.

Embora já existam relatos internacionais de isolados de NG com resistência a múltiplos antimicrobianos, os dados da vigilância nacional da susceptibilidade da bactéria aos antimicrobianos instituída há mais de 10 anos, indicam que, atualmente, os isolados circulantes no Brasil ainda respondem adequadamente ao tratamento recomendado no país. O Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas para Atenção Integral às Pessoas com Infecções Sexualmente Transmissíveis (PCDT IST) recomenda atualmente a terapia dupla com ceftriaxona e azitromicina.

No entanto, a diretriz está em fase de atualização e poderá alinhar-se às recomendações internacionais para uma possível terapia com apenas um medicamento (ceftriaxona), considerando a crescente resistência à azitromicina e a manutenção da sensibilidade à ceftriaxona. Apesar disso, é importante que o Brasil participe ativamente das discussões globais sobre novas abordagens terapêuticas, antecipando cenários e fortalecendo a preparação do sistema de saúde frente ao avanço da resistência antimicrobiana.

Alagoas implanta vigilância de micoses endêmicas e oportunistas para fortalecer o cuidado no SUS

16/03/2026 13:56

Iniciativa do Ministério da Saúde qualifica a vigilância, o monitoramento e a assistência às infecções fúngicas no estado com o uso da ferramenta Micosis

Entre os dias 11 e 13 de março, o estado de Alagoas recebeu técnicos(as) do Ministério da Saúde para o fortalecimento da rede de cuidados em saúde pública com a implantação da Vigilância das Micoses Endêmicas e Oportunistas. A ação, realizada em Maceió, reuniu gestores(as) e profissionais de saúde para promover a organização do fluxo de atendimento, diagnóstico e monitoramento dessas infecções no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS).

A iniciativa é coordenada por meio da Coordenação-Geral de Vigilância da Tuberculose, Micoses Endêmicas e Micobactérias Não Tuberculosas (CGTM/MS), em parceria com a Coordenação-Geral de Vigilância de Zoonoses e Doenças de Transmissão Vetorial (CGZV) e a Coordenação-Geral de Laboratórios de Saúde Pública (CGLAB). O objetivo principal é estabelecer a vigilância e assegurar o tratamento oportuno para a população alagoana.

Durante a oficina, foi apresentada a ferramenta Micosis, um sistema de informação estratégico que permite conhecer o perfil epidemiológico das micoses, identificar fontes de infecção e gerenciar a oferta de medicamentos. O uso da plataforma qualifica a tomada de decisão e permite um acompanhamento mais próximo de cada caso.

Para a coordenadora da CGTM, Fernanda Dockhorn, a implantação representa um avanço na equidade e na acessibilidade do sistema de saúde. "A organização desta vigilância em Alagoas é fundamental para que possamos oferecer respostas mais rápidas e eficazes às pessoas que convivem com essas infecções. Com o suporte da ferramenta Micosis e a integração das equipes locais, conseguimos qualificar a rede e garantir que o tratamento chegue a quem precisa no tempo certo, fortalecendo o papel do SUS como uma rede de proteção e cuidado integral", destaca Fernanda.

Integração e qualificação

A programação contou com discussões integradas entre a rede laboratorial, representada pelo Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen), e as áreas de assistência farmacêutica, atenção especializada e básica, vigilância de zoonoses, ambiental e em saúde do trabalhador. Um dos destaques foi o dia dedicado exclusivamente à discussão da vigilância da esporotricose humana e animal no estado, uma micose que exige atenção para a relação entre a saúde das pessoas, dos animais e do ambiente.

Em Alagoas, a estruturação dessa vigilância permitirá que os(as) profissionais de saúde identifiquem em tempo oportuno as micoses endêmicas — como a paracoccidioidomicose e a histoplasmose — e as oportunistas, que podem afetar pessoas com comprometimento do sistema imunológico.

Com a implantação, Alagoas passa a contar com fluxos de notificação e investigação mais qualificados, assegurando que o monitoramento dessas condições de saúde seja contínuo e integrado às demais ações de vigilância e assistência do estado.

Ministério da Saúde oferece nova estratégia para a prevenção de clamídia e sífilis

16/03/2026 13:47

A incorporação é inédita e amplia o uso do antibiótico doxiciclina 100 mg no SUS. A iniciativa visa reduzir a incidência das doenças no Brasil e ampliar o acesso à prevenção

O Ministério da Saúde incorporou uma estratégia inédita no SUS para a prevenção de clamídia sífilisinfecções sexualmente transmissíveis (ISTs) bacterianas: a Profilaxia Pós-Exposição com o antibiótico doxiciclina (DoxiPEP). A ampliação do uso da doxiciclina 100 mg para evitar novos casos de ISTs foi avaliada e aprovada pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec), sendo a primeira forma de prevenção oral pós-exposição sexual desprotegida contra as doenças.

A iniciativa visa reduzir a incidência de novas ISTs, principalmente a sífilis adquirida, que hoje consiste em um problema de saúde pública no Brasil e no mundo. O cuidado consiste no uso de dois comprimidos do medicamento após exposições sexuais desprotegidas, prevenindo novos casos de ISTs bacterianas.

A prevenção será disponibilizada, inicialmente, para populações com maior vulnerabilidade a essas infecções, incluindo homens cisgênero gays, bissexuais, outros homens que fazem sexo com homens e mulheres transgênero que tiveram um episódio de IST nos últimos doze meses.

A secretária de Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde, Fernanda De Negri, explica que a seleção da população-alvo foi baseada em evidências científicas que comprovam a eficácia, efetividade e segurança da estratégia nesses segmentos populacionais identificados. Ela também ressaltou a importância da incorporação da estratégia.

“Essa decisão reflete o compromisso do Governo do Brasil em incorporar tecnologias que tenham eficácia, segurança e impacto comprovados. A DoxiPEP é uma estratégia respaldada por evidências científicas e que pode contribuir para reduzir a incidência de ISTs no país. Nosso objetivo é garantir que as políticas públicas de saúde sejam cada vez mais orientadas para garantir o cuidado qualificado ao paciente do SUS”, afirma a secretária.

Para contemplar novos grupos na profilaxia com DoxiPEP, o Ministério da Saúde está apoiando estudos nacionais para a produção de evidências sobre a eficácia do medicamento em mulheres cisgênero e homens transgênero. A oferta será efetivada no SUS após processos administrativos, conduzidos pela União, estados e municípios, como a pactuação do financiamento do medicamento na Comissão Intergestores Tripartite (CIT).

Vicente Ramos
Ministério da Saúde